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Análise de risco cetesb P4.261

  • Oferecemos aos nossos clientes soluções em análise de risco dentre vários segmentos

Conceito de Risco

A palavra risco faz parte do nosso cotidiano e a empregamos de diversas formas e com diversos sentidos. O risco do acidente, o risco de dar errado, o risco iminente, o risco elevado são alguns exemplos corriqueiramente encontrados nas nossas literaturas técnica ou leiga, cujo sentido predominante é o de representar uma certa chance de algo acontecer.

Assim, costumamos dizer que o risco é iminente ou que o risco é elevado para algo que nos parece certo ou com grande chance de acontecer.

Não é difícil intuir que “a chance de algo acontecer” está relacionada com um certo efeito observável sobre um bem que se quer proteger, podendo ser esse bem o homem, uma espécie vegetal ou animal, ou ainda propriedades e equipamentos.

Sob a ótica ambiental é costumeiro observar os efeitos das substâncias químicas consideradas poluentes sobre o homem ou mais amplamente, sobre o meio ambiente. Os efeitos podem decorrer das emissões contínuas ou intermitentes provenientes das indústrias, das diversas formas de transporte ou, genericamente, da atividade antrópica.

Uma das abordagens de risco bastante disseminada na área ambiental está associada com a manipulação de substâncias químicas consideradas altamente perigosas, presentes na atividade industrial, de armazenagem e nas diversas formas de transporte, com predominância para o transporte por dutos. É possível estimar e avaliar o risco dessas atividades, bem como propor formas de gerenciamento desse risco.

Formalmente, o risco tratado dentro da visão mencionada é definido como a combinação entre a freqüência de ocorrência de um acidente e a sua conseqüência. A adequada composição destes fatores possibilita estimar o risco de um empreendimento, sendo o estudo de análise de risco a ferramenta utilizada para esse fim.

Com a estimativa realizada, é possível comparar as diversas formas de expressão do risco com padrões previamente estabelecidos, fazendo-se então a avaliação do risco, sendo portanto possível decidir sobre a viabilidade ambiental de um empreendimento.

O uso do estudo de análise de risco

O emprego predominante do estudo de análise de risco acontece durante o licenciamento ambiental de fontes potencialmente geradoras de acidentes ambientais. Tais fontes são licenciadas pela CETESB ou pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SMA), em atendimento às legislações estadual e federal. Cabe às Agências Ambientais da CETESB ou SMA identificar tais fontes e, com base em critérios previamente estabelecidos, requerer a apresentação do estudo.

A norma CETESB P4.261 – Manual de orientação para a elaboração de estudos de análise de risco, estabelece a forma e o conteúdo do estudo, bem como apresenta os critérios de aceitabilidade adotados pela CETESB na avaliação do risco dos empreendimentos. Também apresenta o roteiro para a elaboração do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e do Plano de Ação de Emergência (PAE).


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Laudos técnicos AVCB

Preparamos laudos conclusivos ou corretivos exigidos pelo corpo de bombeiros, viabilizando a emissão de atestado de funcionamento para grandes indústrias, empresas e comércios.

  • Atestado de Elétrica – NBR 5410/90.
  • Atestado de conformidade elétrica (Anexo R).
  • Atestado Pára-Raios (SPDA) – NBR 5419/93.
  • Atestado de Sistema de Hidrantes – NBR 13714/96.
  • Atestado de Sistema de Sprinklers – NBR 10897/06.
  • Atestado de Sistema de Iluminação de Emergência – NBR 10898/99.
  • Atestado de Sistema de Alarme de incêndio e Detecção de Fumaça – NBR 17240/10.
  • Atestado de CMAR – Controle de Material de Acabamento e Revestimento – Instrução Técnica – Nº10/2011.
  • Atestado de Grupo Moto Gerador – Instrução Técnica – Nº25/2011.
  • Elaboração de FAT Formulário de Atendimento Técnico.
  • Atestado de treinamento de brigada de emergência.

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AVCB

Atendemos todas as exigências relativas a construção, adequação ou retrofit de edificações para atender exigências de combate a incêndio exigidos pelo corpo de bombeiro do estado de São Paulo.

  • Atestado de conformidade de instalações elétricas de baixa tensão
  • Atestado de conformidade do sistema de detecção e alarme de incêndio
  • Atestado de inspeção sistema hidrantes mangotinhos
  • Atestado de manutenção sistema de alarme de incêndio
  • Atestado Brigada de Incêndio
  • Certificado ensaio mangotinhos
  • Acessibilidade
  • Escadas e rotas de fuga
  • Guarda corpo padrão

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Atestado de conformidade da instalação elétrica

OBJETIVO

Estabelecer parâmetros para a realização de inspeção visual (básica) das instalações elétricas de baixa tensão Estado de São Paulo. das edificações e áreas de risco, atendendo às exigências do Decreto Estadual nº 56.819/11 – Regulamento de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco do imóvel.

PREMISSAS

A instalação elétrica de baixa tensão a ser avaliada deve atender às prescrições da norma NBR 5410/04 e aos regulamentos das autoridades e das concessionárias de energia elétrica.

A inspeção visual exigida pelo Corpo de Bombeiros nas instalações elétricas prediais de baixa tensão visa verificar a existência

A inspeção visual nos termos desta IT, não significa que a instalação atende a todas prescrições normativas e legislações pertinentes, pelas próprias características dessa inspeção, que é parcial de medidas e dispositivos essenciais à proteção das pessoas e das instalações elétricas contra possíveis situações de choques elétricos e de risco de incêndio.

Cabe ao responsável técnico contratado, a respectiva responsabilidade quanto ao projeto, à execução e à manutenção da instalação, conforme prescrições normativas e legislações pertinentes.

Cabe ao proprietário ou ao responsável pelo uso do imóvel a manutenção e a utilização adequada das instalações elétricas.

APLICAÇÃO

Esta Instrução Técnica (IT) aplica-se às edificações e áreas de risco que possuam sistemas elétricos de baixa tensão instalados.

Para as edificações e áreas de risco existentes, quando da renovação do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), as exigências dos itens devem ser atendidas.


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Dicas para fazer projetos elétricos rápidos e com qualidade

Dicas para fazer projetos elétricos rápidos e com qualidade

Para fazer projetos elétricos é preciso seguir uma rotina de processos, entre eles, o levantamento de materiais, a elaboração de memoriais descritivos e de desenho das plantas e detalhes. Muitas etapas já podem ser feitas com a ajuda de programas como, por exemplo, os softwares para criar desenhos (CAD). Ainda assim, alguns processos são feitos manualmente, utilizando planilhas e anotações feitas pelo projetista, como é o caso de cálculos de dimensionamento, geração de relatórios e lista de materiais.

Quem faz projetos elétricos conhece a lista de requisitos que devem ser cumpridos para se obter um projeto de qualidade. E tudo tem que ser feito dentro do prazo estipulado. Ou seja, o tempo é precioso. Pensando nisso, listamos 4 dicas para organizar o trabalho do projetista de instalações elétricas e reduzir o tempo de elaboração de projetos.

1. Conheça e planeje o projeto

Antes de colocar a mão na massa, o projetista deve conhecer os requisitos fundamentais para fazer projetos elétricos. Basicamente, um projeto elétrico consiste em quantificar, determinar e localizar os pontos de utilização de energia elétrica. Também inclui o dimensionamento, a definição e a localização de dispositivos de proteção. E ainda há uma série de memoriais, documentos e desenhos para criar.

É recomendável organizar todas essas informações antes de iniciar o projeto. Planeje cada etapa e crie sua check-list para conduzir o trabalho até a entrega do projeto elétrico. Começar um projeto sem conhecer seus itens só vai atrasar o trabalho do projetista.

2. Invista em capacitação

Na hora de criar projetos, é muito comum o projetista consultar normas técnicas. Mas para interpretar essas normas e aplicá-las no projeto, o profissional precisa ter uma bagagem de conhecimento técnico. Assim, investir na capacitação técnica, por meio de cursos, participação em feiras e congressos, e na atualização prática — saber quais os novos materiais e tecnologias disponíveis no mercado — são itens importantes para quem quer fazer projetos elétricos mais rápido, sem perder sua qualidade e viabilidade.

3. Comunique-se com os projetistas

Se tem uma coisa que atrasa o cronograma de quem faz projeto é a falta de comunicação entre os projetistas de uma edificação. O ideal é reunir esses projetistas para avaliar as interferências entre os diversos projetos como, por exemplo, arquitetônico, estrutural e hidrossanitário. Caso não seja possível conversar com esses profissionais, consulte com frequência todos os projetos da edificação.

O profissional deve considerar que fazer projetos elétricos é um processo dinâmico. E que todos os projetos da edificação devem estar totalmente integrados. Se, por exemplo, algum item do projeto estrutural é alterado, isso pode impactar na instalação elétrica, resultando em revisões e alterações do projeto. Ou seja, o cuidado tem que ser redobrado, pois se o projeto seguir direto para a etapa de execução, sem considerar as alterações necessárias para compatibilização, pode prejudicar a segurança e eficiência da edificação, gerando mais custos e atrasos no cronograma.

4. Automatize processos

Quem faz projeto sabe que muitos processos podem ser otimizados com o suporte de programas especializados. Neste cenário, saber escolher bons softwares de engenharia e dominar suas ferramentas facilita bastante a rotina do projetista. Atualmente, é possível criar desenhos do projeto, rotinas de cálculos e levantamento de materiais de forma automatizada, inclusive com integração de todos esse dados. Mas isso será tema dos próximos posts.

Percebemos que para fazer projetos elétricos mais rápido e sem perder a qualidade é preciso unir conhecimento técnico e prático, além prezar pela organização e planejamento. Entender a rotina do projetista, organizar previamente as informações, consultar demais projetos da edificação e buscar a automatização de dados são caminhos importantes para tornar projetos elétricos mais ágeis e seguros.
Além de lidar com essas informações, alguns projetistas também lidam com prazos apertados. Saiba como resolver esse imprevisto em Projetos elétricos. Como lidar com prazos apertados?

Ficou com alguma dúvida sobre como fazer projetos elétricos de qualidade mais rápido? Deixe sua pergunta na área de comentários.


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Projeto e execução de instalações de sistema de combate a incêndio

Consulte sempre um engenheiro com CREA para evitar problemas com documentação e execução

Combate a Incêndio predial, industrial e comercial
Sistemas automáticos de combate a incêndio, projetados, instalados e mantidos adequadamente funcionando, proporcionam um efetivo e imediato combate, salvaguardando vidas e patrimônios, garantindo a segurança de pessoas e imóvel.
Uma vez detectado o princípio de incêndio, o mesmo deve ser prontamente combatido.sistema de combate a incendio
Utilize sempre equipamentos aprovados, profissionais da área e mantenha sempre a instalação em funcionamento.
– Sistemas de Combate a Incêndio por Sprinklers;
– Sistemas de Combate a Incêndio por Hidrantes;
– Sistemas de Combate a Incêndio por Water Spray/ Dilúvio;
– Sistemas de Combate a Incêndio por Espuma;
– Sistemas de Combate a Incêndio por Gases (FM-200, NOVEC 1230);
– Sistemas de Combate a Incêndio por CO2.
Para cada risco e situação existe, dentro dos critérios de engenharia, o mais adequado sistema de combate a incêndio;
RECOMENDAÇÃO : Teste todos os meses (no mínimo ) para certificar que tudo está em ordem.
Lembre-se :  é sempre quando mais precisamos que tem que funcionar

empresa de sistema de combate a incendio


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Reforma de prumada elétrica

quadro de medidores de energia cpfl

Projeto de quadro de medidores cpfl
Montagens de quadro de medidores de energia
Reformas de quadro de medidores de energia
Instalação ( predial, industrial, comercial residencial )
Instalação, manutenção e reforma elétrica e civil

 

 

 

 

Reforma de prumada elétricaQuadro de medidores de energia

Nada é para sempre.

Em se tratando de condomínios, é bom que isso fique claro, já que tudo precisa de manutenção, principalmente quando se trata de instalações elétricas.

O entendimento entre os especialistas é que a durabilidade das instalações de um empreendimento gire em torno de 30 anos. E é possível imaginar como a demanda por energia elétrica dentro das unidades mudou nesse período de tempo.

A estimativa da Procobre, instituição que promove estudos e pesquisas sobre o uso de cobre na América Latina, é dereforma-de-quadro-de-medidores-de-energia que a demanda por energia elétrica aumentou em seis vezes nesse período. Para ilustrar a situação, na década de 1980, um modelo comum de chuveiro era de 1.800W.

Hoje a potência do aparelho chega a 6 mil W. No passado, um fio de bitola de 2,5 mm era mais que o suficiente para suprir as necessidades de uma casa. Agora, essa medida é de 6 mm.

Portanto, muitos condomínios ainda contam com instalações defasadas, e os riscos vão desde quedas de energia e incêndios a choques de alta voltagem, que podem, inclusive, matar uma pessoa. E não custa lembrar que que o síndico é co-responsável pela segurança dos moradores.

Por isso, tal questão – muitas vezes negligenciada por síndicos e administradores – deve ser tratada com seriedade e atenção, até porque, além dos riscos, também pode gerar desperdícios consideráveis para o condomínio, devido a fuga de energia.

Veja abaixo o que fazer para não ficar às escuras e evitar acidentes e desperdícios 

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Se a instalação elétrica de todo o empreendimento está antiga ou não está apta para tanta demanda, pequenas falhas começam a acontecer: energia que vive caindo, luz piscando, tomadas que esquentam, pequenos choques, quedas dos disjuntores, cheiro de queimado ou de fumaça.

Esses sinais mostram que a rede elétrica precisa de uma intervenção. Por isso, um zelador atuante pode ajudar, e muito, a captar os primeiros sinais de que algo não vai bem, ao relatar imediatamente para o síndico. Os custos com reformas serão menores do que se o problema for adiado indefinidamente.

Nesses casos, vale chamar uma empresa especializada no assunto, que deve contar  com um engenheiro elétrico e com a aparelhagem necessária, como aparatos que medem fuga da energia e que gerenciam o consumo. Assim, ele vai poder diagnosticar corretamente o que há de errado com o condomínio.

INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO

A medida mais usada por condomínios que começam a sentir problemas elétricos é a troca do disjuntor. Essa, porém não é a melhor decisão a ser tomada. O ideal, em casos em que há quedas frequentes do disjuntor, é que seja feita a troca dos fios em questão, para que assim, o uso da energia elétrica aconteça de forma responsável.

O ideal é que prédios façam uma inspeção completa da parte elétrica a cada cinco anos, com empresa especializada. Novas edificações podem esperar dez anos.manutencao eletrica

Em prédios com mais de 30 anos, talvez seja necessário rever toda a parte elétrica – saber se o condomínio conta com um aterramento adequado e se segue  as recomendações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), como um dispositivo de proteção diferencial residual, obrigatório em edificações desde 1997.

Além de adequar as instalações do condomínio, essas melhorias também reduzem ou eliminam fuga – e conseqüente desperdício – de energia elétrica. Estudos apontam que uma estrutura adequada reduz, em média, 5% do valor da conta de energia.

Outra troca que deve ser feita o mais rápido possível em prédios antigos é a dos quadros de força. Nesses casos, não só a estrutura de madeira pode ser danificada por cupins, como os fios elétricos também. Até suas capas podem ser comidas pelo bicho. A troca deve ser feita por uma estrutura de metal, mais resistente e adequada para o uso.
Quem estiver interessado em investigar as condições elétricas de seu condomínio pode fazer uma verificação do padrão médio de consumo das unidades, com uma empresa especializada. Basta fazer um levantamento dos equipamentos usados ali – é preciso contar com a ajuda dos moradores. Com esse dado, é possível saber se o condomínio consegue atender a essa demanda de maneira tranquila.

Caso a resposta seja negativa, será necessário, provavelmente, reprojetar o centro de medição do empreendimento, e refazer todo o cabeamento, desde o centro de medição até as prumadas. Também será necessário pedir à concessionária de energia por um aumento na oferta de seu produto para o local.

Segue abaixo exemplo de roteiro de inspeção predialroteiro-de-inspeção-predial

 


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Reforma de quadro de medidores de energia

Fornecemos aos clientes solução para quadro de medidores de energia coletivo

  • Projetos
  • Instalação
  • Troca ou reforma de entrada de energia

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quadro de medidores de energia

Soluções em energia para quadro de medidores de energia coletivo

  • Projetos
  • Instalação
  • Troca ou reforma de entrada de energia

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Atestado de conformidade de instalação elétrica

OBJETIVO

Estabelecer parâmetros para a realização de inspeção visual (básica) das instalações elétcropped-Projetos-e-instalações-elétricas.jpgricas de baixa tensão das edificações e áreas de risco, atendendo às exigências do Decreto Estadual nº 56.819/11 – Regulamento de segurança contra incêndio das edificações e áreas de risco do Estado de São Paulo.

PREMISSAS

A instalação elétrica de baixa tensão a ser avaliada deve atender às prescrições da norma NBR 5410/04 e aos regulamentos das autoridades e das concessionárias de energia elétrica.

A inspeção visual exigida pelo Corpo de Bombeiros nas instalações elétricas prediais de baixa tensão visa verificar a existência de medidas e dispositivos essenciais à proteção das pessoas e das instalações elétricas contra possíveis situações de choques elétricos e de risco de incêndio.

A inspeção visual nos termos desta IT não significa que a instalação atende a todas prescrições normativas e legislações pertinentes, pelas próprias características dessa inspeção, que é parcial.

Cabe ao responsável técnico contratado, a respectiva responsabilidade quanto ao projeto, à execução e à manutenção da instalação, conforme prescrições normativas e legislações pertinentes.

Cabe ao proprietário ou ao responsável pelo uso do imóvel a manutenção e a utilização adequada das instala- ções elétricas.

APLICAÇÃO

Esta Instrução Técnica (IT) aplica-se às edificações e áreas de risco que possuam sistemas elétricos de baixa tensão instalados.

Para as edificações e áreas de risco existentes, quando da renovação do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), as exigências dos itens devem ser atendidas.


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Laudo técnico de instalações elétricas

LAUDO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

  • laudo de instalações elétricas
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  • laudo instalações eletricas prediais
  • laudo tecnico instalação eletrica
  • laudo tecnico instalação eletrica residencial

anexo-r


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cabine primária

Projetos e montagens de cabine primáriacabine primaria

Manutenção e emissão de laudos técnicos

Vistoria e manutenção preventiva

Cabine primária simplificada

Cabine primária simplificada entrada aérea

Cabine primária convencional em alvenaria